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Review da série “Locke & Key”


Cortesia de TV Line




As Crónicas de Nárnia, Chilling Adventures of Sabrina, Riverdale, Witches of East End, estas e outras histórias nos preparavam para a chegada de um mundo repleto de mistérios, magia, muitas portas e chaves.


Será que só eu é que gosto de assistir os filmes e séries, e depois fico obcecada e corro atrás do livro?








Baseada na história de Joe Hill e ilustrada por Gabriel Rodriguez, Locke & Key é uma série que retrata sobre a família Locke, que após perder o seu pai e marido Rendell Locke (Bill Heck) mudam – se para a mansão “The Key House” pertencente a família Locke, deu para entender agora o trocadilho no titulo da série né. A serie extreou na Netflix no dia 7 de Fevereiro de 2020.

A mansão fica situada no estado americano de Massachusetts, bem no meio de nada para apimentar melhor a nossa imaginação. Os Locke são recebidos pelo irmão do Rendel, o Tio Duncan Locke (Aaron Ashmore, ele é irmão gémeo do também actor Shawn Ashmore “Ice Man na trilogia de X-men”). O membro mais jovem da família é o Bode (Jackson Robert Scott) que na minha opinião é o melhor personagem, Bode é um menino muito inteligente e curioso que por isso mesmo, pela sua inocência encontra a primeira chave escondida na casa, “The Anywhere Key” que pode levar a qualquer lugar no mundo desde que tenha uma porta que conheçamos. As chaves são atraídas aos Locke através de um sussurro.


Tyler (Connor Jessup) é o filho mais velho, o típico adolescente americano que tinha muitos amigos, incompreendido, pratica Hóquei e se sente responsável pela morte de seu pai fazendo com que ele se torne num adolescente revoltado. Kinsey (Emilia Jones) uma menina tímida, princesinha do pai, com talentos para desenhar. O Bode conta de imediato aos seus irmãos sobre a existência da chave, mas não é levado a sério por estes.


A matriarca da familia, Nina (Darby Stanchfield) uma mulher de personalidade doce, alcoólatra em recuperação não consegue se lembrar de qualquer evento de magia que tenha presenciado. Quanto mais assistimos conseguimos notar que nenhum adulto consegue se lembrar de magia, com a exceção da Ellie (Sherri Saum) e Rendell que foram amigos na adolescência.


A grande vilã é a “mulher do poço” como chama o Bode, ou Dodge (pela atriz brasileira Laysla De Oliveira), um demónio que com a chave da personalidade pode tonar a forma física de qualquer um, usando esta chave para se passar por outros personagens ao longo da temporada. Outro vilão (sqn) é o Sam (Thomas Mitchell Barnet) um adolescente perturbado que a Dodge usa para tirar as chaves da Família Locke, já que ela tem essa impossibilidade.


Outras chaves são encontradas pelos três irmãos Locke como a chave da mente, chave da caixa de música, chave fantasma, chave do espelho.


Outros personagens que valem a pena citar são:

- Scot com um “T” (Petrice Jones), um jovem inglês que trabalha na sorveteria da cidade, pertence ao grupo Savinis que produzem filmes locais de terror. O seu interesse amoroso é pela Kinsey que na minha opinião formam o casal mais fofo da série.


- Gabe (Griffin Gluck) um adolescente recém-chegado a cidade que no final revela – se como sendo a Dodge dirfarçada usando a chave da personalidade, lembra que eu falei que ela assumia várias outras formas.






Óptima série familiar – Locke & Key para quem gosta de magia, um pouco de terror, suspense, fantasia e muita, muita imaginação. Logo de cara o trailer deixou me com um gostinho de quero mais. Foi como se estivesse a ver uma continuidade moderna das Crónicas de Nárnia, foi a primeira sensação que tive.


Óptimo – responsável por roubar as cenas, a actuação do ator Jackson Robert Scott, que interpreta o Bode, a forma como ele fala das chaves dá mesmo a impressão que o menino está a vivenciar cada um daqueles momentos mágicos em sua vida real, simplesmente incrível.


Livro vs TV – a adaptação da Netflix não segue exactamente a história original do livro, o que acaba sendo bom pois quem já leu a história em quadrinhos pode acompanhar a serie e ainda se surpreender com algumas alterações, e vice-versa. Uma delas é que no livro Dodge volta a vida por precauções tomadas pessoalmente, na série a Ellie ressuscita Dodge, querendo na verdade rever o seu namorado Lucas.


Mau – a primeira temporada da série terminou com muitos mistérios que na minha opinião deviam ter revelado ainda na primeira temporada. Perdeu – se muita oportunidade de mostrar a história das chaves e da casa. As chaves em muitos momentos podiam ter ajudado aos heróis na resolução de problemas sobrenaturais.


Eu não quis abrir muito da série para não quebrar o entusiasmo de quem ainda vai assistir, quer dizer, eu tiver de assistir duas vezes para poder preencher algumas lacunas que o final da temporada deixou.


Aprecie o trailer da primeira temporada. A próxima temporada está prevista para Outubro de 2021.



Cortesia de Netflix no Youtube


E o você que já assistiu?

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Ate o próximo post.

Yours truly!



 
 
 

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